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	<title>Consultoria Gestão.Adv.Br</title>
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		<title>É carnaval!</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 10:05:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo_Rocha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Feriadão de Carnaval&#8230; Voltamos dia 23 de Fevereiro, com um artigo inédito de Polliana Giraldello&#8230; Aguardem! ______________________________________________ Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr www.gestao.adv.br  &#124;  gustavo@gestao.adv.br]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Feriadão de Carnaval&#8230; Voltamos dia 23 de Fevereiro, com um artigo inédito de Polliana Giraldello&#8230; Aguardem!</p>
<p>______________________________________________<br />
Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr</p>
<p>www.gestao.adv.br  |  gustavo@gestao.adv.br</p>
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		<title>Carnaval, o lado sério.</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 07:09:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo_Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão.Adv.br]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando pensamos em Carnaval, temos muitos pensamentos, alguns bons outros nem tanto, mas todos relacionados a festas. Em fato, Carnaval é um momento de festa, mas para o Carnaval acontecer, muita gestão e tecnologia estão envolvidos. Existem inúmeros fatores, mas destaco apenas 3 para este artigo: 1. Enredo da escola e sua preparação; 2. Entrada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://gestao.adv.br/wp-content/uploads/2012/02/carnaval1.jpeg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-4548" title="carnaval" src="http://gestao.adv.br/wp-content/uploads/2012/02/carnaval1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Quando pensamos em Carnaval, temos muitos pensamentos, alguns bons outros nem tanto, mas todos relacionados a festas.</p>
<p>Em fato, Carnaval é um momento de festa, mas para o Carnaval acontecer, muita gestão e tecnologia estão envolvidos.</p>
<p>Existem inúmeros fatores, mas destaco apenas 3 para este artigo:</p>
<blockquote><p><strong>1. Enredo da escola e sua preparação;</strong></p>
<p><strong>2. Entrada no sambódramo;</strong></p>
<p><strong>3. Bateria da escola de samba;</strong></p></blockquote>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>1. Enredo da escola e sua preparação;</strong></span></p>
<p>Quando pensamos no enredo da escola, parece algo simples, não? Alguns são mais criativos, outros nem tanto. Alguns homenageiam personalidades, outros fatos históricos. Em fato, o enredo é a alma da escola naquele ano. Será sobre aquele tema, aquele norte, aquele foco e objetivo que a escola buscará mais um título. Foram 12 meses de preparação para algumas horas na avenida. Tudo tem que dar certo e ser especial.</p>
<p>Como os minutos que decidem quem será a campeã são poucos, todo o foco das inúmeras pessoas envolvidas deve ser o mesmo: Saber de cor e salteado o enredo, o porque de cada fantasia, de cada carro alegórico. Já imaginou transmitir isto a mais de mil pessoas?</p>
<p>Como? Você não consegue isto com seus 10 funcionários??? Pois é&#8230; Não é fácil transmitir o que se quer a mais de uma pessoa. Então, qual a diferença? Como transmitir sem ser informação truncada?</p>
<p>O segredo é um só: Todos que estão numa escola de samba se envolvem. Todos se importam. Todos querem a vitória da escola. Então, na sua empresa a realidade é a mesma?</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>2. Entrada no sambódramo;</strong></span></p>
<p>Vamos pensar na cena: Mais de 1000 pessoas entrando juntas, separadas em blocos, atrás de carros alegóricos e cantando&#8230; Como organizar tudo isto? É como uma orquestra, cada qual tem o seu papel, a sua função e nada pode sair errado. Qual a diferença disto e do seu negócio? Não vejo nenhuma. Seu negócio deve ser tão ou mais organizado que eles. Deve funcionar como um relógio suíço, sem atrasos, sem erros.</p>
<p>O cliente assina procuração. E depois, como este documento e os demais circulam no seu escritório? Esta é a ideia. A organização da escola de samba precisa saber como, quando, porque e qual finalidade de cada um dos integrantes, senão eles poderão ser a diferença entre os milésimos de pontos para ganhar ou perder naquele ano.</p>
<p>O desfilar pode ser o ato mais importante. Na sua empresa, os fluxos internos são o mais importante, pois precisam estar alinhados a tecnologia e principalmente ao foco da sua empresa e com visão no seu cliente.</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>3. Bateria da escola de samba;</strong></span></p>
<p>Uma bateria em perfeita sintonia faz a escola estar próxima de ser campeã. Bater ritimado não é facil&#8230; Tente tu e um amigo bater na mesa no mesmo ritmo&#8230; Não vai sair coisa boa, pois precisa de muito treino, muita prática e ritmo para isto acontecer como deve acontecer.</p>
<p>Na sua empresa, a realidade é a mesma. Precisa de muito treino, muita vontade e de pessoas com interesse e vontade de treinar e chegar lá.</p>
<p>Se a sua equipe não tem este tesão, será difícil. As vezes, uma só pessoa torna um time inteiro um problema, pela falta de ritmo. Daí, o mestre da bateria tem que expurgar o desritmado&#8230; O mesmo vale no seu negócio: Tenha uma equipe de pessoas envolvidas no seu negócio, com foco em resultado e visão para satisfazer o cliente. Isto é política de time campeão.</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>Enfim,</strong></span></p>
<p>Quer a nota máxima de desenvoltura, organização e destaques? Treine, aposte na equipe, demonstre sua visão e futuro, foque no cliente e para resultados&#8230;</p>
<p>O Carnaval ensina lições úteis a todos nós. Bom feriado!</p>
<p>______________________________________________<br />
Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr</p>
<p>www.gestao.adv.br  |  gustavo@gestao.adv.br</p>
<div class="google_plus_one" style="margin-bottom:20px"><g:plusone size="standard" count="true" url="http://gestao.adv.br/index.php/carnaval-o-lado-serio/"></g:plusone></div><div id="fb-like" style=""><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://gestao.adv.br/index.php/carnaval-o-lado-serio/&amp;layout=button_count&amp;show_faces=true&amp;width=640&amp;action=like&amp;font=trebuchet+ms&amp;colorscheme=light&amp;locale=pt_BR" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:640px; height:50px"></iframe></div>]]></content:encoded>
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		<title>Ninguém é Substituível, por Polliana Giraldello</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 07:22:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo_Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Polliana Giraldello]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje, cedo este espaço para minha amada esposa Polliana Giraldello com o seu artigo Ninguém é Substituível. Aproveitem! A morte da cantora e atriz Whitney Houston, no sábado, 11/02/2011,causou uma comoção mundial no último fim de semana, como pudemosacompanhar nas principais redes sociais e veículos de comunicação. Quem não se lembra do filme “O guarda costas” [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, cedo este espaço para minha amada esposa Polliana Giraldello com o seu artigo Ninguém é Substituível. Aproveitem!</p>
<p>A morte da cantora e atriz Whitney Houston, no sábado, 11/02/2011,causou uma comoção mundial no último fim de semana, como pudemosacompanhar nas principais redes sociais e veículos de comunicação.<br />
Quem não se lembra do filme “O guarda costas” e a memorável música “ Iwill always love you”?<br />
Para mim, foi impossível, frente ao ocorrido, não lembrar daquele e-mailque volta e meia circula na internet, com uma parábola motivacional/profissional que colaciono abaixo, de autoria desconhecida:<br />
“NINGUÉM É SUBSTITUÍVEL!!!<br />
Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com suaequipe de gestores.<br />
Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada umameaça: &#8220;ninguém é insubstituível&#8221;!<br />
A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.<br />
Os gestores se entreolham, uns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada.<br />
De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:<br />
- Alguma pergunta?<br />
- Tenho sim. E Beethoven?<br />
- Como? &#8211; o encara o diretor confuso.<br />
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quemsubstituiu Beethoven?<br />
Silêncio…<br />
O funcionário fala então:<br />
- Ouvi essa história esses dias, contada por um profissional que conheço e acheimuito pertinente falar sobre isso. Afinal as empresas falam em descobrir talentos,reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peçasdentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por nolugar. Então, pergunto: quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna?Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley?Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein?Picasso? Zico?<br />
O rapaz fez uma pausa e continuou:<br />
- Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabemfazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, mostraram que sãosim, insubstituíveis. Que cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talentodirecionado para alguma coisa. Não estaria na hora dos líderes das organizações<br />
reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talentoda sua equipe, em focar no brilho de seus pontos fortes e não utilizar energia emreparar seus “erros ou deficiências”?<br />
Nova pausa e prosseguiu:<br />
- Acredito que ninguém se lembra e nem quer saber se BEETHOVEN ERA SURDO ,se PICASSO ERA INSTÁVEL, CAYMMI PREGUIÇOSO, KENNEDY EGOCÊNTRICO,ELVIS PARANÓICO… O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias,obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seustalentos. Mas cabe aos líderes de uma organização mudar o olhar sobre a equipe evoltar seus esforços, em descobrir os PONTOS FORTES DE CADA MEMBRO. Fazerbrilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto. Divagando oassunto, o rapaz continuava:<br />
- Se um gerente ou coordenador, ainda está focado em &#8216;melhorar as fraquezas&#8217; desua equipe, corre o risco de ser aquele tipo de ‘técnico de futebol’, que barrariao Garrincha por ter as pernas tortas; ou Albert Einstein por ter notas baixas naescola; ou Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria perdido todosesses talentos.<br />
Olhou a sua a volta e reparou que o Diretor, olhava para baixo pensativo.<br />
- Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios seriamretos não haveria montanha, nem lagoas nem cavernas, nem homens nemmulheres, nem sexo, nem chefes, nem subordinados… Apenas peças… E nuncame esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões que foi pra outras moradas.Ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menosassim: &#8220;Estamos todos muito tristes com a partida de nosso irmão Zacarias&#8230; ehoje, para substituí-lo, chamamos:…NINGUÉM… Pois nosso Zaca é insubstituível.” –concluiu, o rapaz e o silêncio foi total.<br />
Conclusão:<br />
NUNCA ESQUEÇA:VOCÊ É UM TALENTO ÚNICO!COM TODA CERTEZA NINGUÉM TE SUBSTITUIRÁ!”<br />
Apesar da grande evolução tecnológica que se descortina diante denossos olhos diariamente, tais como programas e ferramentas de gestão,acompanhamentos de processos, auditorias sistêmicas, o corpo funcional deuma empresa ainda é um grande diferencial que a mesma possui frente aosseus concorrentes.<br />
Cada colaborador, a seu modo, torna cada empresa ímpar, desempenhandosua função específica, fazendo com que o “grande formigueiro” funcione deforma harmônica e organizada, cumprindo o que necessário for para o bomandamento do trabalho.<br />
Analisando sob esse prisma, percebe-se o grande desafio do gestor nomundo corporativo moderno: cercar-se de bons profissionais e manter osmesmos motivados, de forma a se sentirem parte importante da empresa,não uma mera peça, ou seja, algo comum e substituível.<br />
Quanto menciono motivação, quero lembrar que nem sempre significa<br />
um “vou ter que botar a mão no bolso de novo pra manter ele (a) naempresa”. Muitas vezes, o que falta nas organizações é um bom ambientede trabalho, um “parabéns pelo seu trabalho”, um “bom dia, como foi o teufim de semana?” no início do expediente da segunda-feira, uma valorizaçãodos pontos fortes e aptidões dos colaboradores, ou seja, qualquer ato quedenote ao empregado que ele importa, e que ele faz a diferença.<br />
Certamente, vez ou outra ele ficará doente, chegará ao trabalho atrasado,cometerá alguma falha por desconhecimento ou mesmo imperícia. Mas oponto principal é analisar: Esses pontos fracos o fazem menos profissional?O seu rendimento é tão inexpressivo que não compensa a manutenção domesmo, apesar dos seus “pontos fortes”? Obviamente se faz necessáriolembrar que estamos falando de bons profissionais, afinal de contas, nãoencontramos uma “Whitney Houston” em cada esquina, certo?<br />
Atitudes como as acima destacadas certamente manterão um quadrofuncional mais equilibrado, motivado e com altos índices de rendimento.Como seres humanos que somos, todos temos habilidades e imperfeições, achave é descobrir uma forma de privilegiar as habilidades de tal forma queas imperfeições sejam inexpressivas.<br />
Pense nisso na hora de cogitar “substituir uma peça” da sua empresa. Vocêpode encontrar um colaborador melhor ou pior do que o que você já tem,mas nunca igual. E retirando uma simples peça de uma engrenagem, umamáquina como um todo pode parar de funcionar corretamente.<br />
E Whitney, rest in peace, We will always remember you! You will be alwaysirreplaceable!</p>
<p>Polliana Giraldello - poliana.giraldello@gmail.com</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="google_plus_one" style="margin-bottom:20px"><g:plusone size="standard" count="true" url="http://gestao.adv.br/index.php/ninguem-e-substituivel-por-polliana-giraldello/"></g:plusone></div><div id="fb-like" style=""><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://gestao.adv.br/index.php/ninguem-e-substituivel-por-polliana-giraldello/&amp;layout=button_count&amp;show_faces=true&amp;width=640&amp;action=like&amp;font=trebuchet+ms&amp;colorscheme=light&amp;locale=pt_BR" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:640px; height:50px"></iframe></div>]]></content:encoded>
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		<title>Software ou serviço?</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 07:52:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo_Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão.Adv.br]]></category>
		<category><![CDATA[Software Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitos, quando pensam em adquirir um software, pensam em comprar algo e depois de comprado nunca mais ver a cara do fabricante. Este conceito, de compra de software de prateleira, com os anos vem mudando. Hoje, temos um conceito bem mais amplo, chamado SAAS, quer dizer, Software as a Service, Software como serviço, em bom [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://gestao.adv.br/wp-content/uploads/2012/02/SAAS.jpeg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-4535" title="SAAS" src="http://gestao.adv.br/wp-content/uploads/2012/02/SAAS-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Muitos, quando pensam em adquirir um software, pensam em comprar algo e depois de comprado nunca mais ver a cara do fabricante. Este conceito, de compra de software de prateleira, com os anos vem mudando.</p>
<p>Hoje, temos um conceito bem mais amplo, chamado SAAS, quer dizer, Software as a Service, Software como serviço, em bom português.</p>
<p>Como assim?</p>
<p>Transcrevo um conceito simples da Wikipédia para aprofundar posteriormente a análise:</p>
<blockquote><p><em><strong>Software como serviço</strong>, do inglês <strong>Software as a service</strong>, é uma forma de distribuição e comercialização de software. No modelo SaaS o fornecedor do software se responsabiliza por toda a estrutura necessária para a disponibilização do sistema (servidores, conectividade, cuidados com segurança da informação) e o cliente utiliza o software via internet, pagando um valor recorrente pelo uso.</em></p>
<p><em>Não é necessariamente a tecnologia utilizada que determina o modelo. O software utilizado pode ser 100% web (utilizado via browser) ou pode ter alguma instalação local (como anti-vírus ou sistemas de backup). A característica principal é a não aquisição das licenças (mas sim pagar pelo uso como um &#8220;serviço&#8221;) e a responsabilidade do fornecedor pela disponibilização do sistema em produção. (Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Software_como_servi%C3%A7o)</em></p></blockquote>
<p>No universo jurídico já temos esta realidade instalada em softwares simples e complexos. Não apenas softwares de controle de processos, mas softwares que podem fazer a gestão do escritório como um todo.</p>
<p>Comprar um software e somente procurar o fabricante do mesmo para atualizações ou quando dá problema é uma economia que não compensa.</p>
<p>Muitos pensam que pagar mil reais e ter o software para si compensa mais que assinar mensalmente por cem reais. O raciocinio é que em 10 meses o software como serviço já se equivale ao comprado e depois o de serviço fica mais caro.</p>
<p>Será mesmo?</p>
<p>Softwares como serviço já possuem nas suas licenças de uso as atualizações de versão, suporte, backup, entre outros benefícios, dependendo do tamanho e do serviço a ser oferecido. Os softwares comprados apenas, tudo fica a seu encargo.</p>
<p><strong>Então, qual a grande vantagem de um software como serviço?</strong></p>
<p>Tem várias, mas cito apenas uma que julgo principal: <span style="color: #3366ff;"><strong>FOCO.</strong></span></p>
<p><em>Como assim?</em></p>
<p>Quando você adquire um software como serviço, sua preocupação será com treinamento para usar o software e depois a gestão que ele deve ter dentro do seu escritório, ou seja, você está preocupado com o seu negócio e não com tecnologia.</p>
<p>Já quem adquire um software apenas, acaba sendo advogado, técnico de informática, entre outros.</p>
<p>A grande vantagem é deixar quem entende de software fazer o melhor que pode e deixar você cuidar do seu melhor que é advogar.</p>
<p>Cada um com seu foco, cada um com sua necessidade e todos ganham com isto, pois cada um faz o seu melhor!</p>
<p>______________________________________________</p>
<p>Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr<br />
<a href="http://www.gestao.adv.br">www.gestao.adv.br</a> |  <a href="mailto:gustavo@gestao.adv.br">gustavo@gestao.adv.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="google_plus_one" style="margin-bottom:20px"><g:plusone size="standard" count="true" url="http://gestao.adv.br/index.php/software-ou-servico/"></g:plusone></div><div id="fb-like" style=""><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://gestao.adv.br/index.php/software-ou-servico/&amp;layout=button_count&amp;show_faces=true&amp;width=640&amp;action=like&amp;font=trebuchet+ms&amp;colorscheme=light&amp;locale=pt_BR" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:640px; height:50px"></iframe></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Uma história, uma verdade</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 07:42:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo_Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão.Adv.br]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma história: Um Mestre da sabedoria passeava por uma floresta com seu jovem discípulo, quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre, e resolveu fazer uma breve visita. Durante o percurso ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e das oportunidades de aprendizado que temos, também com as pessoas que mal conhecemos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff0000;"><strong><a href="http://gestao.adv.br/wp-content/uploads/2012/02/vaquinha.jpeg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-4532" title="vaquinha" src="http://gestao.adv.br/wp-content/uploads/2012/02/vaquinha-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Uma história:</strong></span></p>
<blockquote><p><em>Um Mestre da sabedoria passeava por uma floresta com seu jovem discípulo, quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre, e resolveu fazer uma breve visita.</em></p>
<p><em>Durante o percurso ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e das oportunidades de aprendizado que temos, também com as pessoas que mal conhecemos.</em></p>
<p><em>Chegando ao sítio constatou a pobreza do lugar, sem acabamento, casa de madeira e os moradores, um casal e três filhos, vestidos com roupas sujas e rasgadas. Aproximou-se do senhor, que parecia ser o pai daquela família, e perguntou: “Neste lugar não há sinais de pontos de comércio, nem de trabalho. Como vocês sobrevivem”?</em></p>
<p><em><strong>Calmamente veio a resposta:</strong></em></p>
<p><em>“Meu senhor, temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte nós vendemos ou trocamos na cidade mais próxima por outros gêneros de alimentos. Com a outra parte fazemos queijo, coalhada, etc., para o nosso consumo… e assim vamos sobrevivendo”.</em></p>
<p><em>O Mestre agradeceu a informação, contemplou o lugar por uns momentos, despediu-se e foi embora. No meio do caminho, em tom grave, ordenou ao seu fiel discípulo:</em></p>
<p><em><strong>“Pegue a vaquinha, leve-a até o precipício e empurre-a lá para baixo”.</strong></em></p>
<p><em>Em pânico, o jovem ponderou ao Mestre que a vaquinha era o único meio de sobrevivência daquela família. Percebendo o silêncio do Mestre, sentiu-se obrigado a cumprir a ordem. Assim, empurrou a vaquinha morro abaixo, vendo-a morrer.</em></p>
<p><em>Essa cena ficou marcada na memória do jovem durante alguns anos. Certo dia, ele decidiu largar tudo o que aprendera e voltar ao mesmo lugar para contar tudo àquela família, pedir perdão e ajudá-los.</em></p>
<p><em>Quando se aproximava, avistou um sítio muito bonito todo murado, com árvores floridas, carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Ficou desesperado imaginando que aquela humilde família tivera que vender o sítio para sobreviver.</em></p>
<p><em>Apertou o passo e ao chegar lá foi recebido por um caseiro simpático, a quem perguntou sobre a família que ali morou há alguns anos.</em></p>
<p><em>“Continuam morando aqui”, respondeu rapidamente o caseiro.</em></p>
<p><em>Surpreso, ele entrou correndo na casa e viu que era efetivamente a mesma família que visitara antes com o Mestre. Depois de elogiar o local, dirigiu-se ao senhor que era o dono da vaquinha que havia morrido:</em></p>
<p><em>- “Como o senhor conseguiu melhorar este sítio e ficar tão bem de vida”?</em></p>
<p><em>A resposta veio com entusiasmo:</em></p>
<p><em>- “Tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu. Daí em diante tivemos que aprender a fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos”.</em></p>
<p><em>E completou feliz:</em></p>
<p><em><strong>- “Assim, conseguimos conquistar o sucesso que seus olhos vêem agora”!</strong></em></p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Moral desta história</strong></span><strong>:</strong></em></p>
<p><em>Todos nós temos uma “vaquinha”, que nos dá as coisas básicas para sobreviver, mas que nos obriga a conviver com uma cega rotina.</em></p>
<p><em>As vezes precisamos empurrar uma vaquinha para vir as mudanças em nossas vidas.</em></p>
<p><em>Identifique a sua “vaquinha”.</em></p>
<p><em>Autor desconhecido</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Uma verdade:</strong></span></p>
<p>O ser humano é motivado pelas incertezas e desafios. Ter a certeza o faz parar. Não aceite o conformismo!</p>
<p>Ideias do tipo: Já conquistei o que queria. Não preciso crescer mais. Está bom o meu trabalho. Esqueça isto!</p>
<p>Precisamos de desafios diários, semanais, mensais, anuais. Precisamos perder a &#8220;vaquinha&#8221;como contou a história. Precisamos em fato de muito mais vaquinhas para produzir cada vez mais e melhor!</p>
<p>Não aceite a rotina. Critique a rotina. Pense em como fazer diferente.</p>
<blockquote><p><strong>Saia da zona de conforto e acomodação!</strong></p></blockquote>
<p>Olhe para o seu negócio e repense todo ele. Inclusive o que está dando certo. Soluções mágicas não existem, somente o trabalho, a criatividade e o livre pensar podem fazer a diferença.</p>
<p>Num mercado competitivo como o nosso, precisamos inovar, precisamos parar de pensar como a 5 anos, 1 ano, meses atrás.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Pense! Critique! Mude!</strong></span></p>
<p>Isto fará da sua &#8220;vaquinha&#8221; a sua vitória!</p>
<p>______________________________________________</p>
<p>Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr<br />
<a href="http://www.gestao.adv.br">www.gestao.adv.br</a> |  <a href="mailto:gustavo@gestao.adv.br">gustavo@gestao.adv.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Derrubando Golias</title>
		<link>http://gestao.adv.br/index.php/derrubando-golias/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 07:14:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo_Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão.Adv.br]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente terminei de ler o livro &#8220;Derrubando Golias&#8221; do autor Max Lucado. O autor tem um estilo próprio e muito gostoso de ler, recomendo. O título e o contexto do livro em si são Bíblicos, conta a história completa de Davi, inclusive a sua vitória sobre Golias, o gigante. Todos conhecemos esta parte, ele Davi, um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://gestao.adv.br/wp-content/uploads/2012/02/Golias.jpeg"><img class="alignright size-full wp-image-4524" title="Golias" src="http://gestao.adv.br/wp-content/uploads/2012/02/Golias.jpeg" alt="" width="275" height="183" /></a>Recentemente terminei de ler o livro &#8220;Derrubando Golias&#8221; do autor Max Lucado. O autor tem um estilo próprio e muito gostoso de ler, recomendo.</p>
<p>O título e o contexto do livro em si são Bíblicos, conta a história completa de Davi, inclusive a sua vitória sobre Golias, o gigante.</p>
<p>Todos conhecemos esta parte, ele Davi, um raquítico ser humano, desafia Golias, um gigante de 3 metros de altura apenas com uma funda e uma pedra nas mãos, porque Golias estava maldizendo o nome de Deus. Com apenas uma pedrada ele derruba Golias e depois lhe corta a garganta.</p>
<p><strong>Agora, o enfoque que o próprio Max Lucado começa a desenvolver e quero dar a este post é sobre <span style="text-decoration: underline;">a atitude de Davi. </span></strong></p>
<blockquote><p><em>Davi, mesmo sendo uma pessoa sem condições físicas para derrotar um gigante, não desistiu, foi lá e fez.</em></p>
<p><em>Davi, mesmo sendo ridicularizado, não ouviu, foi lá e fez.</em></p>
<p><em>Davi, não pensou no problema e no tamanho do problema: Pensou em como soluciona-lo.</em></p></blockquote>
<p>Ou seja, Davi é um exemplo claro de FOCO. De foco não no problema, mas na solução.</p>
<p>E a falta disto, é uma realidade clara em diversas organizações.</p>
<p>Cada vez mais as pessoas ao receberem tarefas parecem pensar apenas na tarefa e o que ela vai dar de dor de cabeça para ser elaborada, ou seja, estão enxergando Golias, enquanto, deveriam ver o porque desta tarefa, os reais benefícios que ela trará ao contexto de trabalho, ou seja, enxergando a solução, como na visão de Davi.</p>
<p>Diz um brocardo que se você não faz parte da solução, você faz parte do problema. Nossa mente é desenvolvida para resolver tudo aquilo que nós dermos para ela desenvolver, ou seja, se dermos o problema, ela criará mais problema. Se dermos soluções, ela nos dará mais soluções.</p>
<p><strong>Agora como dar soluções a um problema?</strong> Algumas dicas:</p>
<p><strong>Mantendo o foco que o problema é um problema no real tamanho que ele tem. </strong>Não adianta supervalorizar um problema e depois querer que ele seja pequeno na hora de enfrentá-lo. Davi já tinha um problema de 3 metros de altura. Se achasse que tinha 10 metros, seria mais difícil ainda de acertar a testa dele, não?</p>
<p><strong>Tirando todos os sentimentos do problema.</strong> Um problema normalmente se torna muito maior porque existe uma carga de sentimentos enorme por trás dele. Tire os sentimentos. Normalmente sobra uma decisão com um sim ou um não. Este é o real problema. Os sentimentos são consequencias.</p>
<p><strong>Liberando a mente a possibilidades absurdas.</strong> A criatividade pode ser um grande auxílio na hora de resolver problemas. Não mine sua mente com racionalidade. Deixe a criatividade ver as brechas de onde a solução do problema pode estar.</p>
<p><strong>Persistindo diante das adversidades existentes. </strong>Não desista porque tem uma pedra no caminho. Esta pedra poderá ser o alicerce da sua vitória.</p>
<p><strong>Analisando os riscos e resultados.</strong> Muitas vezes a resposta a um problema trará outro problema e nenhuma solução. Neste caso, use a administração de resultados, ou seja, o que será mais benéfico e causará menos impacto negativo? Esta é a melhor resposta.</p>
<p><strong>Em suma,</strong></p>
<p>Para derrotar Golias, Davi teve foco naquilo que queria, com visão única ao sucesso. Golias, por sua vez caiu por subestimar o oponente e achar que tudo estava ganho. Quer dizer, um tinha foco o outro soberba.</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>Como está você neste contexto?</strong></span></p>
<p>______________________________________________</p>
<p>Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr<br />
<a href="http://www.gestao.adv.br">www.gestao.adv.br</a> |  <a href="mailto:gustavo@gestao.adv.br">gustavo@gestao.adv.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Será a vez do software livre?</title>
		<link>http://gestao.adv.br/index.php/sera-a-vez-do-software-livre/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 07:27:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo_Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão.Adv.br]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a crise na Europa, alguns países e Estados estão migrando para software livre como uma opção de não ter softwares piratas e ter um produto unificado em seus sistemas computacionais. Uma interessante reportagem trouxe esta realidade semana passada e divido com vocês trecho dela: A atual crise financeira na Europa está provocando profundas mudanças [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://gestao.adv.br/wp-content/uploads/2012/02/softwarelivre.jpeg"><img class="alignright size-full wp-image-4520" title="softwarelivre" src="http://gestao.adv.br/wp-content/uploads/2012/02/softwarelivre.jpeg" alt="" width="265" height="190" /></a>Com a crise na Europa, alguns países e Estados estão migrando para software livre como uma opção de não ter softwares piratas e ter um produto unificado em seus sistemas computacionais.</p>
<p>Uma interessante reportagem trouxe esta realidade semana passada e divido com vocês trecho dela:</p>
<blockquote><p><em>A atual crise financeira na Europa está provocando profundas mudanças em organizações e em estados europeus. Em muitas dessas instuições, diversos departamentos, inclusive os de TI, estão sendo pressionados à encontrar soluções para reduzir seus orçamentos anuais. Como resultado, observa-se um grande aumento no número de instituições migrando o uso de softwares proprietários para softwares livres.</em></p>
<p><em>O governo da região autônoma de Estremadura, na Espanha, inicia, em fevereiro deste ano, uma massiva migração do atual sistema operacional proprietário de todos seus 40.0000 computadores para Debian, uma distribuição gratuita Linux.</em></p>
<p><em>O projeto é a segunda maior migração europeia para sistemas livres, ficando entre a francesa Gendarmerie Nationale, que é a Polícia militar francesa, com 90.000 computadores migrados para a distribuição Ubuntu, e a cidade alemã de Munique, que até o final deste ano migrará 15.000 computadores para LiMux.</em></p>
<p><em>(&#8230;)</em></p>
<p><em>Estremadura é pioneira no uso de sistemas livres desde 2002, quando desenvolveu um projeto para implementar 50.000 computadores com LinEx, uma distribuição linux criada pelo próprio governo de Estremadura, em toda a rede de ensino médio da região, e outros 20.000 computadores com LinEx na rede de ensino primário.</em></p>
<p><em>Segundo López, a necessidade de unificar todos os computadores em um único sistema operacional foi de extrema importância. Esses computadores, segundo o CIO, precisavam ser &#8220;fáceis de usar, manusear, com capacidade de suporte remoto e ser livre do risco de vírus, que são comuns em soluções proprietárias.&#8221;</em></p>
<p><em>Algumas grandes instituições brasileiras também vêm adotando, total ou parcialmente, softwares livres ao invés de proprietários, como são os casos do Banco do Brasil e da Petrobrás.</em></p>
<p><em>Leia na íntegra <a href="http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/o-software-livre-como-saida-para-driblar-a-crise-financeira-europeia" target="_blank">aqui</a>.</em></p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<p>Como bem disse a reportagem, temos esta realidade no Brasil também. Como você vê esta realidade no seu mundo?</p>
<p>Quero dizer: Na sua realidade, no seu dia a dia.</p>
<p>Você usa windows? MacOS? Alguma distro Linux?</p>
<p>Você usa software pirata? Não deveria. Existem alternativas viáveis.</p>
<p>Software livre hoje em dia é muito amigável, muito próximo daquilo que você usa hoje. Pode ter algum problema de compatibilidade, realmente, mas quase sempre você poderá usar sem problemas, principalmente com as tecnologias migrando para web como temos hoje.</p>
<p><strong>Que tal uma chance ao software livre?</strong></p>
<p>Não quer dar? Tudo bem. Mas então dê o crédito a quem produziu o software, ou seja, pague pelo software proprietário. Ter software pirata apenas gera mais pirataria.</p>
<blockquote><p><strong>O que você acha de tudo isto?</strong></p>
<p>______________________________________________</p></blockquote>
<p>Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr<br />
<a href="http://www.gestao.adv.br">www.gestao.adv.br</a> |  <a href="mailto:gustavo@gestao.adv.br">gustavo@gestao.adv.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Mercado de ações judiciais. Marketing jurídico?</title>
		<link>http://gestao.adv.br/index.php/mercado-de-acoes-judiciais-marketing-juridico/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 07:14:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo_Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Advocacia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão.Adv.br]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado e Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Reportagem da semana passada do Conjur trouxe uma realidade dos EUA e Europa que aqui no Brasil penso que seria vetada pela OAB, mas penso ser importante pensarmos a respeito: Empresas estão investindo em resultados de ações judiciais. Quer dizer: Se a causa tem valor economico grande, uma empresa poderia patrocinar o advogado e/ou autor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://gestao.adv.br/wp-content/uploads/2012/02/Acoes.jpeg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-4514" title="Acoes" src="http://gestao.adv.br/wp-content/uploads/2012/02/Acoes-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Reportagem da semana passada do Conjur trouxe uma realidade dos EUA e Europa que aqui no Brasil penso que seria vetada pela OAB, mas penso ser importante pensarmos a respeito: Empresas estão investindo em resultados de ações judiciais.</p>
<p>Quer dizer: Se a causa tem valor economico grande, uma empresa poderia patrocinar o advogado e/ou autor da demanda por somas em dinheiro de maneira imediata ou periodica com vistas a um resultado futuro. Uma espécie de bolsa de ações, haja vista que uma ação judicial, cabeça de juiz e outras coisas ninguém sabe o que vai sair.</p>
<p>Destaco parte da reportagem. Leia na íntegra <a href="http://www.conjur.com.br/2012-fev-02/empresas-investimento-apostam-mercado-acoes-judiciais" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><em>A firma inglesa Burford Group Limited, que opera na Bolsa de Valores de Londres e se anuncia como a maior provedora de investimentos do mundo em sua área, já tem uma subsidiária atuante em Nova York, a Burford Group LLC, e se prepara agora para entrar no Canadá. A Burford Group se dedica exclusivamente a fazer investimentos de risco em um novo filão do mercado: ações judiciais com uma boa chance de obter uma alta compensação financeira, seja por decisão judicial ou por acordo. (&#8230;)</em></p>
<p><em>(&#8230;) </em></p>
<p><em>Os investimentos também são negociáveis. Segundo a Businessweek, a Burford investiu US$ 4 milhões na contratação da firma de advocacia Patton Boggs, para representar as comunidades indígenas do Equador no processo contra a Chevron, pelo desastre ecológico e sanitário que a empresa causou no leste do país. A Burford vendeu rapidamente a outra empresa do ramo sua participação financeira no caso, eliminando possíveis riscos do investimento, em caso de derrota nos tribunais, mas assegurando o direito a uma percentagem menor, em caso de vitória. Recentemente, um tribunal de recursos do Equador manteve decisão de primeira instância, que condenou a Chevron a pagar indenização de US$ 18 bilhões às comunidades indígenas.</em></p>
<p><em>Há outros grandes investidores no mercado &#8220;financeiro&#8221; jurídico. O Washington Post e a Private Wealth destacam a Juridica Investments e a Black Robe Capital, com sede no Reino Unidos e nos EUA, a IMF Austrália e o Credit Suisse. A Private Wealth diz que há cerca de 20 fundos privados operando nos Estados Unidos e cerca de 40, globalmente — a maior parte com sede em Londres e investimentos no Reino Unido. O negócio pode ser bem maior, de acordo com o site Lawyerist.com. &#8220;Basta fazer uma pesquisa no Google com as palavras lawsuit fund (financiamento de ação judicial), para ver como isso se transformou em um grande negócio.&#8221;</em></p>
<p><em>(&#8230;)</em></p>
<p><em>O financiamento de ações judiciais não é um fenômeno novo, diz a Private Wealth. A novidade é o interesse de grandes empresas financeiras, que buscam diversificação para seus investimentos. A ideia foi emprestada da prática de advogados especializados em mover ações por danos ou por indenização por acidentes, que aceitam casos em troca de uma percentagem do que for obtido por acordo ou por decisão judicial. E foi adaptada para disputas empresariais, especialmente nas áreas de propriedade intelectual, contrato, antitruste, falência e seguros. Muitas vezes, uma empresa de pequeno porte tem um caso valioso — cuja tese é bem fundamentada — contra uma grande corporação, mas não tem dinheiro para contratar uma banca à altura do processo. Esse foi o filão descoberto pelas grandes empresas financeiras.</em></p>
<p><em>Mas muitos advogados, liderados por algumas das grandes bancas americanas (como a Skadden), se opõem à essa prática. Há questões de ética a serem discutidas. Uma dúvida é sobre a necessidade dos julgadores (juízes e jurados) saberem que há interesses financeiros por trás de um caso. Além disso, os advogados podem, por exemplo, ficar sob pressão dos investidores — ou ser influenciados por eles — para tomar alguma decisão. Os investidores não estão preocupados com as regras que regem o exercício da profissão ou com a lisura dos procedimentos processuais. A eles interessam o retorno de seus investimentos.</em></p>
<p><em>Há ainda o receio de que o mercado financeiro traga para o meio jurídico alguns de seus próprios problemas. Por exemplo, muitas vezes operações financeiras são associadas a apostas. A revistaLaw Society Gazette, do Reino Unido, ilustrou uma reportagem sobre o assunto com uma imagem de cartas de baralho e fichas de pôquer.</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Realmente, este assunto não é novo. Nos anos 90 já conheci advogados que faziam algo similar a isto (sem envolver empresas e financeiras), mas envolvia patrocinio em prol de resultados. Hoje igualmente temos isto no Brasil, embora não de forma aberta como proposto na notícia, envolvendo financeiras e tudo mais.</p>
<p>A pergunta é: Estamos diante de um novo mercado? Será que no Brasil daria/dará certo?</p>
<p>Questiono, pois aqui temos um judiciário que limita em muito as demandas ditas &#8220;milionárias&#8221;, dando cada vez menores honorários aos advogados e principalmente deixando as ações em um patamar numérico pequeno, muitas vezes.</p>
<p>E mais: O marketing jurídico deste tipo de demanda seria como? Como demonstrar que uma ação vai atrair resultados deste ou daquele vulto?</p>
<p>Fica a reflexão&#8230;</p>
<p><strong>O que você acha? </strong>Este tipo de mercado é viável ou é muito mercantilista?</p>
<p>______________________________________________</p>
<p>Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr<br />
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<p>&nbsp;</p>
<div class="google_plus_one" style="margin-bottom:20px"><g:plusone size="standard" count="true" url="http://gestao.adv.br/index.php/mercado-de-acoes-judiciais-marketing-juridico/"></g:plusone></div><div id="fb-like" style=""><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://gestao.adv.br/index.php/mercado-de-acoes-judiciais-marketing-juridico/&amp;layout=button_count&amp;show_faces=true&amp;width=640&amp;action=like&amp;font=trebuchet+ms&amp;colorscheme=light&amp;locale=pt_BR" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:640px; height:50px"></iframe></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Trabalhar em casa. É possível?</title>
		<link>http://gestao.adv.br/index.php/trabalhar-em-casa-e-possivel/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 07:32:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo_Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão.Adv.br]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Por óbvio, lógico, diáfano e ululante, nem todas as profissões permitem o trabalho em casa, mas em algumas já temos esta realidade presente. Uma recente pesquisa demonstrou que cerca de 30% dos que trabalham em casa aumentam seus índices de trabalho, reduzindo problemas bem comuns nas empresas. Destacamos parte da entrevista: (leia a reportagem completa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://gestao.adv.br/wp-content/uploads/2012/02/trabalhocasa.jpeg"><img class="alignright size-full wp-image-4499" title="trabalhocasa" src="http://gestao.adv.br/wp-content/uploads/2012/02/trabalhocasa.jpeg" alt="" width="274" height="184" /></a>Por óbvio, lógico, diáfano e ululante, nem todas as profissões permitem o trabalho em casa, mas em algumas já temos esta realidade presente.</p>
<p>Uma recente pesquisa demonstrou que cerca de 30% dos que trabalham em casa aumentam seus índices de trabalho, reduzindo problemas bem comuns nas empresas. Destacamos parte da entrevista: (leia a reportagem completa <a href="http://www.infomoney.com.br/carreiras/noticia/2330122-empresa+que+adere+trabalho+remoto+tem+indicador+trabalho+positivo" target="_blank">aqui</a>)</p>
<blockquote><p>&nbsp;</p>
<p><em>Trabalhar de casa ou de qualquer lugar que não seja obrigatoriamente dentro da empresa é vontade de muitos profissionais. O trabalho remoto é positivo tanto para os profissionais como para os empregadores.</em></p>
<p><em>Um levantamento realizado pelo Cetel (Centro de Estudos de Teletrabalho e Alternativas de Trabalho Flexível), da BSP (Business School São Paulo), com 75 empresas que aderiram à modalidade, revelou que 32% dos entrevistados apresentaram indicadores positivos relacionados ao trabalho.</em></p>
<p><em>Os empregadores perceberam melhora em indicadores como qualidade de vida, ganho de tempo, flexibilidade, melhorias na saúde, diminuição do estresse e valorização pela confiança depositada.</em></p>
<p><em>As empresas que aderem ao trabalho remoto apontam ainda redução no absenteísmo (32,1%) e da supervisão presencial (25%), retenção de talentos (24,1%), dedicação do profissional (24,1%), inclusão social (24,1%) e aumento da produtividade (22,2%).</em></p></blockquote>
<p>Sem adentrar nas questões trabalhistas ou unicamente de trabalho em si, vamos focar esta reportagem na pergunta título do post: Trabalhar em casa. É possível?</p>
<p>A resposta é sim, é possível. E, inclusive, dentro da advocacia.</p>
<p>Se o trabalho a ser desenvolvido for de produtividade (fazer peças) num escritório de contencioso de massa, por exemplo, a produtividade em casa pode útil ao escritório. Basta que o escritório tenha pelo menos um elemento: Tecnologia.</p>
<p>Com um software on line (web) e algumas ferramentas como email, escaner e dropbox, o escritório e seus funcionários em casa podem trabalhar com muita tranqüilidade. Basta, por óbvio, ter gestão em todo este processo.</p>
<p>Aliás, a resposta da pergunta título será completa se for: Sim, é possível, desde que com gestão e tecnologia.</p>
<p>Você precisa ter fluxos organizados de envio e recebimento, controles de produtividade para não haver o desperdício de tempo, tecnologia para enviar e receber os prazos e documentos para produzir, enfim, uma gestão de integração casa e trabalho, trabalho e casa.</p>
<p><strong>Você já pensou em trabalhar em casa?</strong></p>
<p>______________________________________________</p>
<p>Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr<br />
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<p>&nbsp;</p>
<div class="google_plus_one" style="margin-bottom:20px"><g:plusone size="standard" count="true" url="http://gestao.adv.br/index.php/trabalhar-em-casa-e-possivel/"></g:plusone></div><div id="fb-like" style=""><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://gestao.adv.br/index.php/trabalhar-em-casa-e-possivel/&amp;layout=button_count&amp;show_faces=true&amp;width=640&amp;action=like&amp;font=trebuchet+ms&amp;colorscheme=light&amp;locale=pt_BR" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:640px; height:50px"></iframe></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Internet segura?</title>
		<link>http://gestao.adv.br/index.php/internet-segura/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 07:22:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo_Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão.Adv.br]]></category>
		<category><![CDATA[Internet - Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje, sete de Fevereiro, é o dia internacional da Internet Segura. Uma excelente data para pensarmos em alguns pontos sobre internet e segurança. Destaco 3 pontos para colaborar no debate desta data: 1. O que somos sem a internet? 2. Grupos de Crackers e seus atos 3. Censura ou controle na internet &#160; 1. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://gestao.adv.br/wp-content/uploads/2012/02/segurancainternet.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-4508" title="segurancainternet" src="http://gestao.adv.br/wp-content/uploads/2012/02/segurancainternet-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Hoje, sete de Fevereiro, é o dia internacional da Internet Segura.</p>
<p>Uma excelente data para pensarmos em alguns pontos sobre internet e segurança.</p>
<p>Destaco 3 pontos para colaborar no debate desta data:</p>
<blockquote><p><span style="color: #3366ff;"><strong>1. O que somos sem a internet?</strong></span></p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>2. Grupos de Crackers e seus atos</strong></span></p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>3. Censura ou controle na internet</strong></span></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1. O que somos sem a internet?</strong></p>
<p>Parece bobagem dizer isto, principalmente se você tem 18 anos ou menos, mas houve um mundo inteiro antes da internet. Um mundo em que muitos ainda sentem saudade (eu particularmente não sou saudosista disto), mas um mundo em que os computadores eram enormes e mais inúteis do que hoje, já que hoje aquela pecinha que fica em frente ao computador é que normalmente não sabe o que fazer com ele.</p>
<p>A internet surgiu como uma revolução e tomou conta de nossas vidas. Hoje, é mais fácil nos relacionarmos com empresas, bancos, compras, etc, tudo pela internet. Até mesmo os relacionamentos entre as pessoas acabaram acontecendo mais pela internet e se concretizando ao vivo, já que de outra forma ainda não inventaram (nada melhor que o bom e velho beijo, não é?).</p>
<p>Agora, pare e pense um pouco: Tire a internet de um dia da sua vida. Quais os benefícios que você teria? Eu consigo imaginar um benefício em um dia sem emails, por exemplo: Descanso aos meus olhos e mais tempo. Agora, o acúmulo que daria de emails para o dia seguinte não compensaria tanto descanso&#8230; Imagine: Sem acessar bancos on line, sem acessar sistemas de gerenciamento, sem emails, sem facebook, twitter e tudo mais. Nossa, como diria Raul Seixas: Pare o mundo que eu quero descer!</p>
<p>Parece irreal, melhor surreal pensar num mundo sem internet. Daí uma preocupação decorrente: Crackers.</p>
<p><strong>2. Grupos de Crackers e seus atos</strong></p>
<p>Não está errado o título não. São crackers mesmo. Os hackers, que são os famosos, na verdade são os mocinhos da história. Hacker é aquele que modifica sistemas para melhora-los enquanto os crackers são aqueles que invadem sistemas.</p>
<p>Um grupo de Crackers e hackers intitulado de Anonymus tem feito inúmeros ataques a vários órgãos do governo americano e na última semana os fez contra bancos. Foram vários sites fora do ar por no mínimo horas.</p>
<p>Por enquanto um ataque que parece inofensivo. Contudo, penso que todo ataque continua sendo ataque. Acredito que devemos ter ordem e disciplina, assim como regras. Sou contra a censura, mas regras são universais e quebra-las traz insegurança.</p>
<p>Quero dizer, se hoje sou alguém que não incomoda, meu site não tem problema, mas se um grupo decidir que eu estou incomodando, posso ter ele invadido ou derrubado? Seria isto um judiciário as avessas? É no mínimo uma reflexão a ser feita.</p>
<p><strong>3. Censura ou controle da internet</strong></p>
<p>Ambos (censura ou controle) ao meu ver podem ser prejudiciais a tudo que já conseguimos criar na internet. Esta liberdade tem feito mais que muitas leis, infelizmente. Não lhe deram o que o CDC disse que era o seu direito? Coloca nas redes sociais que eles trocam, afinal, propaganda negativa ninguém quer.</p>
<p>Agora, deixo a reflexão de vocês o seguinte: Mesmo sem censura ou controle, no mínimo, obediência as leis. Quer dizer, não é porque é livre que posso ofender, posso invadir, posso fazer tudo aquilo que mesmo sendo desatualizado para âmbitos de internet, a lei já prevê como crime, como direito de outrem.</p>
<p>Chega de leis! Basta usar a Constituição Federal e as leis que hoje temos para dar um basta na balbúrdia que se instala.</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>Assim sendo,</strong></span></p>
<p>Neste dia internacional da internet segura, que seja feita uma reflexão séria daquilo que realmente queremos com a internet.</p>
<p>______________________________________________</p>
<p>Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr<br />
<a href="http://www.gestao.adv.br">www.gestao.adv.br</a> |  <a href="mailto:gustavo@gestao.adv.br">gustavo@gestao.adv.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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